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questionado por Anonymous
do you wish you were seeing somebody

rubaayi:

a therapist 

Oi, Tom. Faz algum tempo que não apareço aqui para conversar com você. Espero que esteja bem, viu? Bom, eu não estou, mas isso não deveria surpreender a ninguém. Perdi alguns amores nesse meio tempo, me apaixonei de novo igualmente. Mulheres podem realmente foder com a sua vida. Mas eu faria tudo de novo.

É estranho pensar que as coisas que eu escrevia aos 18, grande parte delas, ainda são presentes no aqui-agora. Sim, em meus plenos 24 anos. É como se eu continuasse cultivando tudo o que me causava mal, como se ter mudado de cidade, de faculdade, de emprego (duas vezes) e de casa (mais do que eu consiga contar) não tivessem tido efeito algum aqui dentro. E, cá entre nós, não tiveram mesmo.

Mas olha, gostaria de contar algumas coisas à Liz de 18 anos. “Você mudou bastante, se apaixonou bastante, ganhou muitos abraços, beijos e também transou. Sei que isso era algo que te assombrava na maior parte do tempo, mas conseguimos!”

O que acha, Tom? Ela provavelmente ficaria satisfeita. Quer dizer, com essa parte em específico. Todo o resto é… deprimente. O sentimento de desinteresse, tédio e solidão continuam os mesmos. Eu também continuo me afastando dos meus amigos.

De qualquer forma, Tom, eu só estou aqui porque resolvi ler como eu me sentia para debater com a minha psicóloga. Espero que agora eu consiga chegar na raiz do meu problema! Fique bem, meu amigo. No próximo encontro que tivermos, estarei melhor.

o bom ouvinte. 03:40. 25/04/2021.

naturaekos:

“Don’t say you love me unless you really mean it, because I might do something crazy like believe it.”

naturaekos:

“If you only have one smile in you, give it to the people you love.”

equimera:

“O amor não acaba só porque alguém parte.”

— Dai Ribeiro

recontador:

“Como ciumento sofro quatro vezes: porque sou ciumento, porque me reprovo de sê-lo, porque temo que meu ciúme machuque o outro, porque me deixo dominar por uma banalidade: sofro por ser excluído, por ser agressivo, por ser louco e principalmente por ser comum.”

Roland Barthes.  

construindoversos:

“Isso é desumano, cara. Como gostar de alguém pode doer tanto assim?”

Antônia Hill.

cardiologias:

“Na vida a gente tem que entender que um nasce pra sofrer enquanto o outro ri.”

Tim Maia.